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Marketing para psicólogos: o que pode e o que não pode na divulgação

Por Leandro Martiniano · Outubro 5, 2026

Muitos psicólogos deixam de divulgar o próprio trabalho por medo de infringir o Código de Ética. Outros publicam sem saber que estão perto do limite. Este é um guia prático — não substitui a leitura do Código e das orientações do seu Conselho Regional, mas ajuda a planejar.

O princípio: informar, não prometer

A divulgação do psicólogo deve ser informativa e responsável. Na prática, o conteúdo que funciona melhor é justamente o que educa: explicar o que é terapia, como funciona a sua abordagem, para quem ela é indicada e como agendar.

Costuma ser adequado

  • Informar nome, número do CRP, formação, abordagem e especialidades.
  • Explicar temas de saúde mental com linguagem acessível e responsável.
  • Mostrar o consultório, a forma de atendimento (presencial e online) e como marcar.
  • Manter um Perfil da Empresa no Google com informações corretas.
  • Anunciar no Google ou no Instagram com mensagens sóbrias e informativas.

Evite

  • Prometer resultados, cura ou prazos (“resolva sua ansiedade em 5 sessões”).
  • Expor pacientes ou usar depoimentos que identifiquem quem foi atendido.
  • Sensacionalismo, medo ou urgência artificial.
  • Promoções e descontos usados como chamariz.

Como transformar isso em pacientes

O caminho mais consistente que vejo é: Google Meu Negócio bem configurado para buscas no seu bairro, site com uma página por tema ou público que você atende, e Instagram educativo que mostra sua forma de pensar. Somados, criam confiança antes do primeiro contato.

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Leandro Martiniano

Leandro Martiniano é formado em Gestão de Negócios e Inovação e trabalha com marketing para pequenas empresas e profissionais da saúde há mais de 6 anos.